Vida de médico não é nada fácil! 

Do médico, espera-se sempre uma alta competência técnica, um comportamento humanizado, equilibrado, presente, simpático, atencioso e altamente empático à realidade do paciente. 

Pela rotina do médico, transitam muitos pacientes vulneráveis emocionalmente, na expectativa de uma atenção personalizada. 

Se por um lado, as expectativas dos pacientes são altas, por outro, é certo que, no dia a dia dos médicos (e convenhamos, para qualquer ser humano), isso é quase uma utopia. 

Afinal, a rotina de um médico também é repleta de desafios, problemas pessoais, volume de trabalho, stress, consultas, cirurgias, além dos muitos boletos para pagar. 

Ainda que seja impossível corresponder a tudo o que os pacientes desejam, o foco na melhoria da qualidade da comunicação interpessoal do médico é de vital importância e necessário para suprir as expectativas de atenção personalizadas solicitadas pelos pacientes.

A melhoria na qualidade da comunicação interpessoal do médico passa, inicialmente, por 4 etapas: 

  • Prática de escuta ativa; 
  • Tradução da linguagem técnica; 
  • Estruturação da argumentação definida em função do perfil dos pacientes (crenças, valores, motivações e objeções);
  • Atenção na comunicação “não verbal”, que impacta na credibilidade das mensagens. 

Vida de médico não é nada fácil, mas pode melhorar, consideravelmente, a partir de uma comunicação mais eficaz! 

Rolar para cima